Já até disse isso algumas vezes na Coluna, usei este clichê do filho para definir aquele blog. Mas naquele tempo eu não tinha uma filha de verdade. Hoje em dia eu tenho uma linda menina. Eu nunca fui o cara mais romântico do mundo e nem o mais mão aberta. Mas quantas vezes já deixei de comprar alguma coisa pra mim apenas para comprar alguma coisa pra ela. Adoro comprar presentes pra ela, coisas que nunca fiz pras minhas namoradas ou pra minha senhora. Um presentinho no dia do aniversário ou outro no Natal quando dava.
E por isso eu digo que um blog não é um filho. Eu nunca deixaria de fazer alguma coisa para escrever no blog, apesar de escrever bastante por aqui. Não fico babando em tudo que escrevo aqui. Na realidade, o que eu disse no título reflete bem isso. Adoro meu blog (curtia a Coluna e curto esse), mas realmente eu cuido dele como um bichinho de estimação. Na verdade cuido um pouco melhor provavelmente, já que tenho um blog e não tenho um bichinho de estimação atualmente.
Sempre estou alimentando o blog com novos posts. Às vezes faço um carinho no seu layout. Brinco de jogar alguma coisinha ali na lateral pra ele pegar. Coisas assim. Sei que na verdade tem gente que trata seus bichinhos de estimação como verdadeiros filhos, mas este não é meu caso. Pelo menos hoje em dia minhas percepções mudaram muito sobre filhos. Se eu considerasse esse blog como um filho, acho que teria pelo menos uns 40 posts por dia e com certeza um melhor que o outro (teoricamente também, já que não sou exatamente bom em escrever com qualidade). Teria um layout novo a cada dia, todo enfeitado com todo tipo de coisas possíveis. Ou seja, não é um filho, é um bichinho de estimação, mas é um bichinho que vou cuidar bem.
Toda essa
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