30/04/2009

I'm still alive...

Falei brincando ontem sobre gritar de dor quando fosse ao dentista. Mal sabia eu que tinha um fundinho (bem raso) de verdade naquilo que eu comentei. Eu achava que tirar dentes não doía, pois já tinha extraído 5 dentes em toda minha vida (fora os dentes de leite, claro) e nenhum tinha doído. Ontem foi phoda...

Acordei as 6:50. Escovei os dentes, passei fio dental (pois se eu passasse a cueca não ia limpar direito) e dei uma buchechada com enxaguante bucal (de marca vagabunda que não me elmbro o nome). Eu já tinha em minha mente que o dia não ia ser dos melhores. Até achei que ia poder trabalhar depois do meio-dia, pois uma vez eu trabalhei no mesmo dia que tinha extraído um dente, eu acho, não lembro direito. Só sei que ontem não rolou.

Chegando no posto vi que a sala onde se extrai dente fica lá no fundo e não ali na frente como todos os outros consultórios. Creio que isso seja para, em caso de óbito do paciente seja mais fácil deságuá-lo lá no fundo. Fui lá pro fundo e esperei por poucos segundos. Parece que eu era o único que iria pro matadouro extrair dente ontem. O denstista perguntou com qual doutor eu estava agendado. Falei o nome do fulano e ele não me disse mais nada. Era ele.

Quando ouvi meu nome, me deu um frio nas espinhas (e nos cravos que tenho no nariz) e eu sabia que o tempinho que ele demorou era mais que suficiente para que ele preparasse os instrumentos de tortura. Sentei-me na cadeira que foi se abaixando até me deixa em 180 graus. A gente fica tão indefeso nessa hora, não? Deitadão com a boca aberta parecendo uma boneca inflável. Mas creio que o dentista também não se divirta tanto assim tendo que ficar mexendo na boca da gente. Coisa mais nojenta, baba pra cá, sangue pra lá, baba pra lá, sangue pra cá e aquele caninho que a assistente fica colocando na boca da gente pra sugar a melequeira toda.

Levei umas 37 agulhadas de anestesia. Quando tanto eu quanto o doutor achávamos que estava tudo bem... Ai! Aí ele perguntava se estava doendo, eu dizia que sim e lá vinha mais uma agulha com anestesia. Cada vez que parava de doer num lugar, ele mexia um pouquinho no dente e começava a doer em outro lugar. Nunca tinha doído antes, mas também que manda ir todo confiante, né?

Uma coisa interessante era o doutor conversando comigo de forma retórica. Pois tudo que ele dizia, ele mesmo tinha que responder, pois eu estava obviamente impossibilitado de falar qualquer coisa que não fosse "rmrmrmmrm". E todo dentista faz isso. Fica conversando com a gente, como se realmente eu fosse falar alguma coisa com a boca inchada e cheia de baba e sangue. Imagino que quem ia se ferrar mais seria ele que ficaria todo babado.

Depois que finalmente o dente foi-se para o limbo dos dentes, eu passei na farmácia do SUS para pegar os remédios que o doutor me receitou. Entreguei a receita, a moça me entregou os remédios e anotou meu nome já estava na receita e pediu a minha data de nascimento. Eu continuava impossiblitado de falar pois estava com 5 quilos de algodão na boca. Pedi a caneta e anotei a minha data de nascimento (que não pretendo divulgar aqui agora).

Quando cheguei em casa percebi que tinha que ligar pro serviço pra avisar que eu não poderia fazer programa ontem (sou radialista, não é esse tipo de programa que você pensou), mas eu não sabia o que fazer. Acho que se eu tivesse ligado pra rádio e pedido pra secretária apenas com meus resmungos, além de ninguém me substituir, acho que a moça ia achar que tinha algum tarado ligando pra ela. Ia parecer aquele comercial de um chocolate que não lembro o nome. A opção que eu tive foi o MSN. Era simples, era só entrar, avisar e me despedir e ir descansar. Não era nem 8:30h quando entrei no MSN, e só consegui falar com a secretária depois das 9:20... Phoda! Dei o recado e tudo bem. Mas depois disso eu só me lembro de acordar as 15:30h, mais nada.

29/04/2009

Tiradentes

Não tem nada a ver com o feriado do dia 21 de Abril. É que hoje (madrugadeiroooooo) vou de manhãzinha extrair um dente. Sinceramente acho que não vou curtir. Tenho certeza que eu não sou do tipo que "atoro, atoro um perigon". Fazer o quê, né?

Sei que vai ser phoda, mas o grande problema é que o dentista encontrou esse dente que será extraído, entre quilos e quilos de gengiva. Ele me disse exatamente o que eu achava: "Você acha que isso aqui é um pedaço de dente? Não! É um dente inteiro que está torto e coberto por uma parte de sua gengiva." Só isso já poderia acabar com meu dia, mas como você já deve ter lido em posts anteriores, a minha ida ao dentista do SUS não foi exatamente tão tranquila.

Hoje cedinho, antes das 07:30h tenho que estar lá no posto do SUS. Estou torcendo pra não chover, pois semana passada eu parecia (e estava com) um pinto molhado. Aliás não sei porque utilizam essa expressão "como um pinto molhado". Não sei qual a diferença desta ave para com qualquer outra ave, ou outro animal qualquer da nossa fauna ou de qualquer outra fauna mundial. E depois que descobri a origem da expressão "afogar o ganso", não sei se realmente quero saber mais significados de expressões.

Dá pra fazer algumas pesquisas na internet, mas vou poupar-lhes o sacrifício no caso do ganso. De acordo com Jairo Bauer (parente do Jack??), a expressão veio da China, onde alguns chineses curtiam uma zoofilia e gostavam de comer gansos no mau sentido. Eles também ficaram sabendo (provavelmente testando) que quando essas aves começavam a se afogar, começavam também a contrair a croaca, dando maior prazer (ao chinês, claro). Mas é cada idéia também. Acho que isso não tem nada de legal nem aqui e nem na China. Tá, na China sim.

Não sei como alguns “caipiras” por aqui no Brasil ainda não tentaram afogar cabritas.

Aliás, não sei como o assunto descambou pra isso. Alguém lembra que no começo eu estava falando sobre ir no dentista extrair um dente escondido em minha boca? Bem, se eu não esqueci, não é você leitor que precisa esquecer.

Tomara que não me dê nenhuma hemorragia e me faça ficar três dias menstruando pela boca, como aconteceu anos atrás quando fui extrair um dente pelo SUS. Claro que agora é outra cidade, e pelo menos até agora nenhum dos dentistas parecia açougueiro igual àquela dentista lá de Ubiratã. Creio que ela tenha dito alguma coisa sobre a dor ser psicológica, mas preferia ter uma dor física então... Aquela dor psicológica me fez ficar com a cabeça inteira dolorida durante três dias.

Claro que, como medida de precaução da equipe do SUS daqui, eu já conheci a dentista que faz limpeza, o que faz consulta e me manda tirar raio-x sem avisar que tenho que pagar, mas ainda não conheci o doutor que irá extrair uma parte de mim.

Caso eu não morra (de dor, de hemorragia, ou de vergonha de tanto gritar no consultório), hoje de tarde ou amanhã, escrevo como foi essa experiência.

28/04/2009

Senhor Parênteses

Post originalmente publicado em 23/11/2006 na Coluna do Lorida.

Carolha. sobre o que eu poderia escrever hoje?
(Talvez sobre política... É uma boa idéia, né? )
Sei não, senhor Parênteses, não tenho nenhuma novidade sobre esse assunto...
(Mas você nunca tem novidade sobre nada, você só escreve um monte de bobagens, inclusive fala com você mesmo, inventando esse negócio de senhor Parênteses...)
É... Mas hoje eu não tô com inspiração pra falar sobre política... Sobre futebol???

(Hum, acho que não seria uma boa idéia. Não tem nada em Ubiratã sobre futebol que valha a pena. O UEC nem joga mais. Quando joga o povo nem fica sabendo.)
Sim, e esse seria um bom assunto... Dizer que o UEC não joga mais e quando joga ninguém fica sabendo...
(Escreveu a mesma coisa que eu escrevi, e ainda deixou reticências pra parecer que tem mais... Muito tosco. Mesmo você sendo eu, eu não gosto que você me copie. Ou se copie. Ou... ai. Tô confuso.)
Eu também. E olhe que você sendo eu, e eu sendo você, os dois ficarem confusos é muito confuso mesmo.
(Concordo. Vamos falar sobre os meios de comunicação de Ubiratã???)
De novo??? Semana passada já escrevi um monte sobre o novo jornal, sobre as velhas rádios, sobre essa baboseira de imprensa...
(Baboseira? Mas você também é da imprensa...)
Ah... então não sei. Sobre a imprensa teve uma coisa que eu gostei...
(O que?)
O Tocha!!!!
(Só porque você zuou com o nome dele e ainda criou uma nova estratégia para ter o que escrever nesse blog, né? Igual essa de: "Senhor Parênteses". você acha que alguém vai achar isso engraçado??)
Não. Mas alguma coisa aqui já foi???
(O que? Engraçada??? Não lembra aquela vez que... Hum... Não, aquela não foi muito. Mas e sobre o doutor??? Não. Também não foi grande coisa... Hum. Pensando bem tu escreve mal pra carolha...)
Não enche. Se eu escrevo mal, você também escreve.
(Mas se eu escrevo mal a culpa é sua. Você sou eu.)
Carolha. Que ódio de criar um personagem que tenta me humilhar...
(Não tô tentando te humilhar. Tô apenas sendo sincero. Você também é sincero e isso é bom. Abre muitas portas... E fecha com duas palavras!!)
Muito animador...
(Acho que você devia parar de escrever, parar de ocupar o espaço do seu blog com essa bobagem..)
Tô achando também. Acho que vou encerrar essa tosqueira agora...
(Como???)
Assim:
Tchau.

Blog: filho ou bicho de estimação?

Dia 16 de Abril eu decidi criar um novo blog. A Coluna do Lorida, meu ex-blog já estava com quase 3 anos de "vida", mas vinha me prendendo demais em textos de humor. Apesar de ser o que eu mais gosto de escrever, sempre que eu queria fazer uma crítica ou algum comentário mais sério, ficava receoso. Criei esse novo blog para ter novamente um blog e não uma obrigação de criar textos cada dia mais engraçados (teoricamente) e poder novamente colocar aqui o que me dá na telha. A Coluna do Lorida agora é um marcador aqui do blog, ou seja, continua a todo vapor, mas tudo que eu resolver escrever vou escrever e quando for alguma crônica ou algum texto que me pareça suficientemente original ou engraçado terá o marcador "Coluna do Lorida". Dizem que um blog é como um filho. Eu não acho. Acho que está mais pra um bichinho de estimação.

Já até disse isso algumas vezes na Coluna, usei este clichê do filho para definir aquele blog. Mas naquele tempo eu não tinha uma filha de verdade. Hoje em dia eu tenho uma linda menina. Eu nunca fui o cara mais romântico do mundo e nem o mais mão aberta. Mas quantas vezes já deixei de comprar alguma coisa pra mim apenas para comprar alguma coisa pra ela. Adoro comprar presentes pra ela, coisas que nunca fiz pras minhas namoradas ou pra minha senhora. Um presentinho no dia do aniversário ou outro no Natal quando dava.

E por isso eu digo que um blog não é um filho. Eu nunca deixaria de fazer alguma coisa para escrever no blog, apesar de escrever bastante por aqui. Não fico babando em tudo que escrevo aqui. Na realidade, o que eu disse no título reflete bem isso. Adoro meu blog (curtia a Coluna e curto esse), mas realmente eu cuido dele como um bichinho de estimação. Na verdade cuido um pouco melhor provavelmente, já que tenho um blog e não tenho um bichinho de estimação atualmente.

Sempre estou alimentando o blog com novos posts. Às vezes faço um carinho no seu layout. Brinco de jogar alguma coisinha ali na lateral pra ele pegar. Coisas assim. Sei que na verdade tem gente que trata seus bichinhos de estimação como verdadeiros filhos, mas este não é meu caso. Pelo menos hoje em dia minhas percepções mudaram muito sobre filhos. Se eu considerasse esse blog como um filho, acho que teria pelo menos uns 40 posts por dia e com certeza um melhor que o outro (teoricamente também, já que não sou exatamente bom em escrever com qualidade). Teria um layout novo a cada dia, todo enfeitado com todo tipo de coisas possíveis. Ou seja, não é um filho, é um bichinho de estimação, mas é um bichinho que vou cuidar bem.

Toda essa frescura postagem foi apenas para dar as reais boas vindas a você que veio aqui pela primeira vez, ou já faz parte do grande número de visitantes do blog. Tá, grande, grande não é... Mas tá aceitável prum blog que está começando. Quem sabe um dia eu fique igual ao Marcelo Tas ou ao Marcos Mion, com blogs vistos e comentados demais pro meu gosto. Mas o meu gosto pode aumentar junto com os comentários... Aliás, comentem aí os textos que surgirem aqui no Blog do Gilgomex. Se você já leu a Coluna do Lorida, vai poder reler alguns textos que vou postar de vez em quando aqui. Se você nunca leu, vai poder ler alguns textos que vou postar de vez em quando aqui.

27/04/2009

Zezé para as mamães...

Não sei isso vai ajudar ou atrapalhar a minha amiga... rs. Resolvi colocar aqui no blog (e é a primeira vez que faço isso na história de meus blogs) um vídeo do Youtube apenas para ajudar a Vania (a mãe dela, no caso) se encontrar com Zezé di Camargo e Luciano. E digo que a família toda é muito fã dessa dupla (por algum motivo alheio ao meu conhecimento), então só cliquem aí e assistam. Cada visita vale um... Uma... Er... Uma visita.

25/04/2009

Testes divertidos (Testes divertidex)

Lá na Coluna do Lorida, os testes divertidos sempre foram um sucesso. Resolvi colocá-los por aqui também. Quem sabe assim eu consiga algumas visitas a mais por aqui. É óbvio que isso e um caça-níqueis (digo, caça-visitas), mas se funcionava antes, porque não funcionaria agora?

Divirtam-se com os seguintes testes (divertidos):


Teste a sua popularidade.

Teste sobre ciúmes.

Teste sobre conhecimentos bíblicos.

Teste sobre ser ou não bom motorista.

Teste se você é organizado.

Teste se você é bom ou boa paquerador (a).

Se acha honesto? Teste.

Teste sua inteligência.

Teste sua situação no ambiente de trabalho.

Teste se você é ajustado sexualmente.

Sexo. Bastante ou pouco? Teste.

Teste bobinho... E engraçado.

Teste que engana.

Em que século você vive? Teste.

Tem sorte? Teste aí.

Você é uma santa? (Teste só para mulheres... Acho que é óbvio, né?)

Teste seu QE (quociente de emoção).

Você se alimenta direiro (ou igual ao autor desse blog)?

Que tipo de amante você é?

Que bicho você é? (O autor deste blog é uma coruja...)

Teste seu empreededorismo.

Teste sua Emice (se você é emo ou não).

Gosta do seu emprego?

Pronto! Taí uma caraiada de testes. Eu não coloquei as fontes de onde os testes foram tirados porque como são links diretos, já vão para os próprios sites dos testes. Eu apenas coloquei links direcionados, para que você possa fazer vários (vários) testes sem precisar ficar procurando um aqui e outro ali. Logo trago mais alguns. Prometo um novo post sobre cotidiano pra essa semana. Ou pelo menos pra esse mês. Ou pra esse ano. Ou... Viram do Ipiranga às margens...

E falando em não ter graça. Acabei me empolgando com o Twitter, mas o jeito mais divertido de utilizar esse bichinho é o jeito que mais irrita os antigos "tuíters". Escrevendo bastante, tranformando o Tuíter num bate-papo, contando piadas na madruga, conhecendo as celebridades e etc... Mas agora já era. O Tuíter nunca mais será o mesmo, pois eu viciei...

24/04/2009

SUSpeito estar perdendo dentes

O texto abaixo narra fatos ocorridos entre os anos de 2008 e 2009 e já foi iniciado no blog Coluna do Lorida. Lá o texto seria dividido em 3 partes, se você não leu, está aqui na íntegra e gigantesco. Se você já leu as 2 primeiras partes, pode começar a ler esse post do 13º parágrafo (contando com esta introdução), pois ali se inicia o que seria a 3ª parte da história. Obrigado pela compreensão e volte sempre!


Com certeza muitos leitores aqui da Coluna devem ter a ilusão de que Gilgomex é um cara cheio da grana, que ganha horrores e compra tudo que tem vontade. Que com certeza o autor deve ter tudo que alguém deseja ter, carro, casa, milhares de gibis e pode cuidar da saúde com os melhores médicos. Fora a parte dos gibis, eu só posso dizer uma coisa: "Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, vai nessa!"

Minha vida não é todo esse mar de rosas que aparenta (se é que aparenta). Eu preciso da ajuda do governo (federal, estadual e municipal) para tratar dos meus dentes que estão muito detonados. Ano passado me deu uma dor de dente do tamanho do mundo e me fez ter uma atitude que eu realmente não queria ter... Ir ao dentista grátis! Mesmo estando num estado deplorável e chorando que nem uma criança com... Com... Er... Com dor de dente! Eu não tenho uma grande resistência a dor, eu sofro mesmo. Uma gripe me derruba. Uma dor de cabeça me faz ficar com amnésia por um mês e meio. Então, imaginem uma dor de dente.

Fui no posto comunitário municipal e pelo jeito, único daqui e pedi uma consulta. Apesar de eu estar quase perecendo, eu apenas pedi consulta, não disse que meus dentes estavam desmoronando na minha boca, apenas pedi a tal da consulta e ganhei um: "Cê tem que vir na primeira Segunda-feira do mês que é o único dia que a gente marca consultas." Putz! Mas essa ainda? Adivinhem que dia era? Primeira terça-feira do mês, ou seja, eu teria que esperar mais um mês pra marcar uma consulta que poderia ser marcada mais um mês adiante. Neste passo, eu iria no dentista apenas para terminar de agonizar e falecer ali na cadeira do dentista.

Mas chegando no trabalho, contei o fato tragicômico e fui alvo de uma esfuziante gargalhada em minha face. Meu colega de trabalho disse que era só eu dizer que era uma emergência e seria atendido. Pois é, resolvi me locomover novamente até o recinto que trata dos dentes das pessoas menos abastadas financeiramente, acompanhado deste colega, fui atendido e até deram um trato nos meus dentes superiores do meio que eu não tenho idéia e nem pretendo pesquisar o nome dos mesmos. Qualquer coisa chamemos os dois de Tiquim e Zezim, pronto!

Depois das duas vezes que eu fui tratado por duas dentistas diferentes, eu tentei continuar o tratamento que elas mesmas disseram que eu deveria, mas recebi mais uma vez a resposta de minha amiga atendente: "Cê tem que vir na primeira Segunda-feira do mês que é o único dia que a gente marca consultas." E como eu me conheço-me a mim mesmo de maneira bem íntima, eu sabia que naquela situação eu só iria voltar aquela instituição de saúde pública quando meu dente recomeçasse a doer.

Bem, isso aconteceu semana retrasada.

Meus dentes voltaram a doer, o Tiquim, o Zezim e dessa vez também o Nézim. E como eu sabia que apesar de ainda ser quarta-feira daquela semana, eu deveria esperar até a segunda-feira passada e finalmente conseguiria marcar a tão sonhada consulta dentária. Cheguei e vi algumas pessoas numa fila e outras pessoas quase uma quadra atrás, eu logicamente resolvi entrar na primeira fila que parecia estar menor, quando alguém logo me demonstrou indicando com o dedo e assim me dizendo sem dizer sequer uma palavra, que a fila era lá atrás onde tinha uma moça entregando senhas. Fui lá, peguei a senha de número 69 (ironia para com este blogueiro) e esperei as outras 68 pessoas a minha frente.

Quando faltavam apenas 10 pessoas em minha frente e eu já começava a me indispor com o clima, com algumas moscas e até com minha própria sede e fome. Mesmo estando claramente debilitado pelo tempo ali decorrido, eu consegui ler um aviso que se encontrava colado com um papel jornal escrito em Times New Roman em letras de tamanho 28: “Atenção. Em sua primeira consulta traga RG, CPF e Comprovante de Residência.” Fruta que caiu!! Eu não trouxe comprovante de residência. Eu não poderia nem tentar dar minha palavra e validá-la com o bigode com meu avô fazia, pois eu tenho certeza que minha palavra não seria levada muito a sério e ainda por cima eu havia feito (ou no caso, desfeito) a barba antes de ir ao posto de saúde.

Chegando na minha amiga atendente não era a mesma amiga atendente da outra vez e isso já era uma vitória pessoal. Pela menos eu não teria que ouvir de novo aquela frase sendo dita por ela: “Cê tem que vir na primeira Segunda-feira do mês que é o único dia que a gente marca consultas." Ela ainda estava por lá em algum lugar, mas não foi ela que me atendeu. A moça que me atendeu perguntou algumas coisas, me passou um formulariozinho com 1200perguntas sobre meus dentes, das quais eu não tinha idéia da metade e o resto eu não me lembrava, mas como eram todas de marcar “xizinho”, eu fui respondendo meio a torto e a direito. Entreguei as folhas para a moça e fiz cara de inteligente para que ela achasse que eu realmente era rápido para responder aquelas questões.

Depois de tudo aquilo e eu entregar meu RG, CPF, Título, Carteira de Motorista, Certidão de Casamento, Holerite, Histórico Escolar, Carteira de Biblioteca, todas reconhecidas em cartório em 7 vias, chegou o terrível momento da verdade. O momento crucial. O momento que poderia mudar minha vida (ou pelo menos a de meus dentes) pra sempre. “O senhor trouxe comprovante de residência?” Não havia mais jeito, era tudo ou nada. Eu tinha que dizer algo, inventar uma desculpa, contar uma história incrivelmente fantástica, detalhar todo o meu trajeto e todo meu sofrimento enfrentando chuva e vento e todos os obstáculos que tive que enfrentar para chegar até ali, e após pensar em todas as possibilidades eu resolvi utilizar de toda minha sagacidade e expressar o fato em uma frase bem formada e sem deixar a menor sombra de dúvida: “Vixi, e não é que eu não trouxe?” E ela disse: “Tudo bem!”

Como assim tudo bem? Depois de todo meu sofrimento mental ela simplesmente me diz “tudo bem”? Quer dizer que a pessoa que teve o trabalho de escrever aquele texto em Times New Roman, tamanho 28 em papel jornal fez isso à toa? Todas as desculpas que eu poderia dar foram jogadas ao vento? Eu não acredito! Deve ter algo por trás de tudo isso, algum plano para me fazer ficar mais algumas horas na fila nem que seja pensando se há ou não alguma coisa errada com aquela resposta. O que será que estava escondido sob aquelas palavras (e sob aquele jaleco)?

Eu realmente fiquei com medo de saber essas respostas. Eu não consegui parar de pensar que na hora em que eu fosse fazer minha segunda consulta eu fosse obrigado a pagar uma multa por não ter levado na primeira o comprovante de residência. Como eu não iria conseguir dormir aquela noite (não pelo fato em si, mas é que sofro de insônia), resolvi perguntar mais uma vez para ter certeza: “Não vai fazer falta mesmo?” E ela disse com um sorriso nos lábios para eu “não me preocupar”. Ok. Façamos de conta que eu não me preocuparia com algo assim. Fomos para a primeira consulta.

O doutor olhou para os meus dentes e disse algo que eu já esperava: “É, estão agonizando!” Passou alguns encaminhamentos e acho que até deixou um obituário odontológico pronto em caso de. Entre os encaminhamentos tinha um segredo, que eu não conhecia (senão não seria segredo), mas tenho certeza que a atendente que disse pra eu não me preocupar com a falta de um documento tão importante como o comprovante de residência sabia. Ah, com certeza ela sabia. Aquilo seria sua vingança pessoal contra alguém tão desleixado a ponto de não levar o comprovante de residência tão bem descrito em papel jornal, letras Times New Roman, tamanho 28 na entrada do prédio.

A atendente começou a me explicar o que dizia cada um dos encaminhamentos. Você volta tal dia para uma limpeza, tal diz para (não sei o nome correto, mas) pra arrumar uma massinha aí no seu dente... Essa reticência ficou no ar, mas por minha conta e risco. Ela não disse nada e eu vi que tinha algo sobre “raio-x”. Ela mostrou o papel para outra atendente que estava a seu lado, que perguntou para outra atendente, que resolveu ir lá no fundo perguntar para mais alguém. Nesse pergunta-pergunta eu já estava me sentindo meio fora da realidade odontológica ali presente. Parecia uma daquelas cenas de comédias “estilo Leslie Nielsen”, em que alguém pega algo muito constrangedor e sai espalhando. Mas acho que não tinha nada de constrangedor (ainda) em ter que tirar um raio-x dos dentes.

Eis que a atendente volta e diz pra outra em termos médicos: “Isso não é aqui não!” Putz! Eu ia ter que ir em outro lugar para tirar o tal raio-x. Ok, fazer o que? Já que estamos “abusando” do dinheiro do “governo”, melhor eu ficar na minha e me dirigir ao local indicado. Chegando lá (mas que vergonha, só tinha... ops) a campainha tocou com o seu sensor de movimento. E uma moça simpática veio me atender. MAL SINAL!!! Atender de maneira tão simpática no serviço público realmente não era normal. Eu tinha certeza que as palavras “tudo bem” ditas pela atendente lá atrás iam ter um efeito catastrófico agora. Mas parece (ênfase no “parece”) que eu me enganei. Marquei o raio-x para aquela mesma tarde. Era só voltar lá e tirar meu raio-x e descobrir que meus dentes não têm salvação (eu ia escrever conserto, mas não tinha certeza se era “conserto” ou “concerto” e resolvi colocar outra palavra pra disfarçar).

Voltei ao local às 5 da tarde. A atendente, estranhamente simpática disse: “O senhor trouxe o dinheiro?” Hã? Dinheiro? Mas e o encaminhamento? Se fosse pra pagar eu mesmo tinha vindo aqui sem ir no posto de saúde e pedido o raio-x e levava pronto pro doutor. Seriam trabalhos a menos pra mim e pra ele. Eram R$20,00. Logicamente eu estava desprevenido. Fui no SUS porque é um local onde as pessoas que não querem ou não podem gastar com um tratamento vão. E de repente esse fato é jogado na minha cara sem dó nem piedade. Simplesmente saíram as palavras e eu fui vítima daquele ataque fulminante de uma cobrança.

Eu disse que não tinha o dinheiro e que não sabia que tinha que pagar e a moça disse que “tudo bem!” Mais uma vez esse “tudo bem” com entrelinhas. Mas nesse caso as entrelinhas duraram apenas o tempo dela terminar a frase: “Tudo bem. O senhor pode passar aqui amanhã com o dinheiro. Vou marcar um horário.” Como assim marcar um horário? Cê acha que vou arranjar dinheiro até amanhã? Mas tudo bem. Deixei que marcasse e, por coincidência no outro dia eu recebi um dinheiro e pude pagar o raio-x. Pensar que na semana passada, eu fui na dentista para fazer limpeza e ela me perguntou se eu usava fio dental. Pensei em dizer que não por causa de minha bunda branca e peluda (pelo menos o suficiente para não usar o fiodental), mas resolvi levar a sério, para que ao ivés de tratar os dentes, ela quebrasse meus dente scom um soco. Mas isso tudo foi tranquilo, pois chegou a hora de entregar o raio-x.

Ontem de manhã eu fui no posto de novo, debaixo de chuva e de moto. Preciso mesmo de um carro. Cheguei, entreguei o papelzinho onde fica marcado a consulta ou o tratamento que eu teria naquele dia. Achei estranho algumas pessoas serem chamadas antes de mim para se tratar com o dentista, sendo que eu cheguei antes delas. Achei ainda mais estranho quando fui chamado pela mesma doutora que eu já tinha sido atendido na semana passada para fazer limpeza dos dentes. Não era limpeza, eu tinha que entregar o raio-x. A doutora viu meu papelzinho e descobriu a pólvora, digo, o óbvio... Não era com ela. Era com o outro doutor (que já estava terminando sua última consulta do dia e provavelmente já ia embora) e lá fui eu me sentar e esperar mais um pouco. No final me pediram desculpas pelo erro e tudo o mais. Mas tenho certeza que aquele comprovante de residência que eu não levei e o “tudo bem” da atendente têm muito a ver com tudo isso. Por favor, nunca esqueçam o comprovante de residência.

Tenho certeza que foi a atendente qu escreveu naquele papel jornal, com fonte Times New Roman e tamanho 28, que era necessário o comprovante de residência na primeira consulta. Mas aí vai um aviso pra você que precisa tratar dos seus dentes, raio-x não é de graça e tratamento de canal (sim, descobri essa) tem fila de espera de no mínimo 2 meses.

23/04/2009

Top Top MTV... Sexies do Momento.

O Top Top MTV é um programa que eu acho divertido, mas ultimamente eles estão com umas listas bastante absurdas, como a da semana passada que elegeu babaquices e entre elas teve Kiss, muro do "The Wall" do Pink Floyd e os "featurings" do Justin, Timbaland, Akon e cia. Não concordei em quase nada daquela lista. No Top Top dessa semana, resolveram listar as dez celebridades da música mais sexies da atualiadade. Quando vi na 8ª posição a Beyoncé já fiquei puto, pois em qualquer lista de sexies, se ela não fica entre as 3 primeiras, só pode ser putaria (numa lista feita por mim seria a número 1, com certeza). Depois veio o Justin Timberlake em 5º (a lista é pra agradar homens e mulheres, claro) já pensei que os primeiros lugares teriam que ser verdadeiros deuses da sensualidade.

Mas à medida em que a lista ia chegando nas suas primeiras posições, parecia que estava indo de trás pra frente. Parecia que tinha começado do 1º lugar e estava descendo para a décima posição. Sei que o quesito era sensualidade e não beleza propriamente dita, mas vamos e convenhamos, mesmo que você não concorde com minha opinião sobre a Beyoncé, ao chegar na primeira posição você perceberá que foi avacalhação mesmo. Seguem as 10 (de acordo com o Top Top MTV) celebridades internacionais, já que não tem ninguém do Brasil, mais sexies da atualidade.

10-KATY PERRY

09-ENRIQUE IGLESIAS

08-BEYONCÉ (SASHA FIERCE)

07-JOSH HOMME (QUEENS OF THE STONE AGE)

06-DUFFY

05-JUSTIN TIMBERLAKE

04-CAT POWER

03-JAKOB DYLAN

02-CALEB FOLLOWILL (KINGS OF LEON)

01-BETH DITTO (PACABÁ MERMO)


Num próximo post, eu vou listar de acordo com meu gosto pessoal, as 10 celebridades mais sexies na minha opinião (vou incluir brasileiras) e enquanto isso, pode colocar aí nos comentários as suas sugestões.

22/04/2009

Não dá pra (se auto) elogiar mesmo...

Eu disse que estava atualizando esse blog bem mais que o normal e tal... Daí fiquei 3 dias sem atualizar. É assim mesmo, não dá pra elogiar. Mas uma coisa é certa (e com certeza não fui eu que fiz), muita coisa tem acontecido e eu preciso realmente colocar isso no papel... Digo, PC. Só que não é só falta de inspiração, é fata de disposição também. Não que este blog precise inspiração (nem o Coluna, que precisa de inspiração, nunca teve), mas sempre é bom eu contar com um pouco de disposição pra escrever.

Falando em disposição e inspiração, lá na Coluna do Lorida tem um post da saga da minha ida ao dentista, está na segunda parte (de 3), dê uma lida, para que possa estar preparado para a terceira parte que deve sair entre hoje e os próximos 365 dias... rs... Mentira, essa semana sai. É que eu não quero escrever muito antes de sair sua versão no papel.

Vejam ali do lado a foto do torcedor corinthiano (RONALDO) e me twittem. Volto a criar algum post aqui hoje ainda.

PS: como a Coluna não está como nos velhos tempos (por culpa minha também) e não tem tido tantas visitas, creio que nos próximos dias, talvez ela seja incorporada aqui neste blog. Aí, apesar de ser apenas um blog, eu englobaria todos os assuntos inúteis e de vez em quando criava um cotidiano ou uma crônica da Coluna do Lorida aqui mesmo (com o marcador Coluna do Lorida) no blog do Gilgomex. Seria um blog bem mais atualizado, e com alguns textos (teoricamente) melhor trabalhados.

19/04/2009

Tenho moto e já sou mecânico?

Não se fala de outra coisa... Na verdade se fala sim, mas a principal com certeza é o Twitter. Um dia chego lá. Falando nisso, Ronaldem-me no Twitter. Falando em Ronaldo, o gordinho fez um gol na vitória do Corinthians, né? Tá indo bem o cara. Sou fã do gordinho, ele pode ser criticado, mas mesmo estando um pouco bem acima do peso, ele continua jogando melhor que os jogadores em forma. Sinal que o futebol brasileiro tá bem cagadim. Sei que meu Cruzeiro vai ganhar do Galo semana que vem e fim de papo.

O problema de eu escrever esse blog sem compromisso é exatamente esse... A falta de compromisso inclusive com a ordem e cronologia do que escrevo, rs. Vai virar bagunça isso aqui. Não consigo centralizar num assunto. Na verdade eu nunca consegui, mas lá na Coluna eu me esforço pra isso, e por isso que aqui tem post praticamente todo dia. Aliás, até mais de 1 por dia (tendo em vista que o blog foi criado Sexta-Feira) e já tem mais de 3 postagens. Acho que esse aqui vai ser meu real Twitter, mas com uma quantidade bem emhor de CARAIcteres...

Estive visitando alguns blogs mundo afora, e até comentei num blog sobre minha falta de perícia ao dirigir. Também, eu aprendi a dirigir (aulas práticas, mas aprendi na teoria) já têm uns 4 anos e depois que terminei a auto-escola nuca mais peguei um automóvel e nem o Fusca do meu pai. Eu tava bem tranquilo com minha vida de motoqueiro (o Biluka disse que é motociclista, mas nunca vi um filme com o nome "Motociclista Fantasma", ou ainda "Motociclistas Selvagens"), mas desde que minha filhota nasceu que tenho problemas de locomoção familiar. Portanto vou precisar mesmo trocar a moto num carro e sair cuidando com esse bando de postes barbeiros que existem por aí.

Aliás, acho que coordenação motora não é um bem que me aflige. Não sei nadar, não sei dirigir, não sei dançar, não sei tocar nenhum instrumento (só órgão, mas isso faço só com uma mão)... Acho que nada que precise utilizar um pouco de coordenação motora além do cérebro funciona para mim.

Pior é quando algumas pessoas me vêem guiando uma moto e já acham que sei dirigir carros também, ou pior, fazem como meu chefe essa semana que chegou pra mim e disse pra eu dar uma olhada na moto da rádio porque eu entendo de motos. Eu entndo de motos? Eu não entendo nada de motos. Eu monto, dou partida, ela funciona e sai. Se der defeito eu levo pra convertar. E ainda por cima a minha moto é Yamaha e a da rádio é Honda, ou seja, se eu entendesse um mínimo, seria de Yamaha, mas nem isso. Quer dizer que só porque eu tenho uma moto eu já pa entendo de motos de acordo meu chefe? Então eu poderia trabalhar na Motorola, pois uso celular. Poderia trabalhar na Philco, pois tenho uma TV. Trabalhar numa editora, pois tenho milhares de gibis (tá, isso eu poderia sim).

Tuíter do infernoooooo...

Eu tenho um perfil (ou sei lá como chama essa bósnia) no Twitter, mas não acostumo com essa joça. Entro lá pra tentar conversar, nã há conversa. Divulgar, é mais fraco que divulgação do MSN (sei lá se é porque tenho poucos "fólouers", mas quisifoda-si). Tento escrever algo interessante (sei, sei, sei) e não dá, porque só suporta 140 CARAIcteres...

Ontem (já que esse post foi feito na madruga de Sáado para Domingo antes de começar o Cine Privé que eu assisto só pra curtir as interpretações sensacionais) eu tentei dar uma cutucada, mas daí percebi que, como tenho apenas 19 "fólouers", eu tava praticamente me cutucando a mim mesmo sozinho. MasTWITTAção... Uma masturbação de Twitter.

Na hora que entrei vi o Danilo Gentili falando palavrões e o Rafinha Bastos falando palavrões e meio. Sabe... É tosco. Eles até falaram das misses, mas achei bem boninhos os comentários. Quem sabe um dia eu me acostumo com esse passarinho dos infernos.

PS: valeu pela grande audiência do programa de Sábado de manhã, batemos todos os recordes de audiência históricos (quase 13 pessoas)... Mentira, foi bem legal. Valeu a todos que ouviram pela internet, ou pelo radinho de pilha mesmo. Pelo 3 em 1, pelo MP7, MP3, MPqP... Abraços.

Ah...
PS 2: a Coluna do Lorida ainda existe, viu? Se você veio pelo perfil, acabou chegando aqui, é porque este blog está em fase de divulgação, aí resolvi fazer com que todos os milhares (trilhares) de leitores que gostam da Coluna, viessem parar aqui. Mas todos os textos inteligentes (kkkkk) e engraçados estão lá e continuarão sendo atualizados. Este será meu blog mais chato pessoal, e lá continuaremos com histórias do cotidiano e tudo, mas com aquela carga de humor mais necessária prum blog de humor (re-re-re-re-dunde amigo Gomex, redunde).

17/04/2009

Propaganda é uma arma de dois legumes..

Tou no ar na Rádio 98 FM de Segunda a Sexta ao Meio-Dia com o Programa Comando Esportivo, no qual eu faço uma participação especial, falando propagandas e dando todas as opiniões tão contundentes que eu tenho sobre esportes. Ou seja, quase nem falo. Das 13 as 15 horas, faço o programa Paradão Sertanejo, nem preciso explicar... Música sertaneja na veiaaaa!

No Sábado de manhã, das 08:30 ao Meio-Dia, com o programa Revista 98, que é apresentado pelo Silmar e por mim. É um programa de variedades, notícias, celebridades e bastante blá blá blá e músicas. Tem o Baú do Rádio, duarante o programa "Revista", que coloca no ar áudios antigos de comerciais, jingles, fatos históricos e muita coisa assim.

No Domingo, faço a partir das 3 da tarde, o Plantão Esportivo, durante as narrações de futebol.
Caso aconteça de você, leitor estar no computador em um desses horários e quiser dar uma escutada, aproveite o link ali no começo do texto pra ouvir on-line. Se você mora aqui em Canoinhas, ou na região, ouça a 98 FM.

Susan Boyle, a fera da voz bela?

Eu já escrevi no blog Coluna do Lorida sobre as pessoas que não fazem, por assim dizer, parte do grupo com beleza bem aceita pelos padrões de beleza instituídos de maneira global por... Bem... Er... Por todo mundo!
Eu vi esse clipe no Video Show, e eu nem vi o que os apresentadores estavam falando e na hora que começou a rodar o vídeo e ainda com uma fonte tão "respeitada" quanto o Youtube, vi a moça que ia se apresentar e achei o que? Achei que ia ser mais uma zoação, daquelas que o Youtube tem de sobra. E a grande surpresa surgiu...




Susan Boyle - Singer - Britains Got Talent 2009 - video powered by Metacafe


Até o Simon (O Simon) gostou e ainda fez piadinha no final da apresentação. Ela é um fenômeno (ronaldo)? Talvez agora seja, já que seu vídeo já foi visto por maisde 12 milhões de pessoas, fora o público do programa Got Talents que não é tão pequeno assim. Mas ela é uma cantora espetacular? Não! Ela canta bem (muito bem) e só. Mas a surpresa de ver uma mulher de 47 anos de idade e aparência de 60, cantando e "interpretando" tão bem uma música, que ainda por cima fala de sonhos a tornou a melhor cantora da atualidade.

Eu tentei colocar aqui o vídeo legendado, mas só encontrei legendados no Youtube, e todos estão com a incorporação desativada (pra que nenhum blog copie), ou seja, não deu pra postar aqui. Aí encontrei este aí, em iglês mesmo, e se você é uma das 7 ou 8 pessoas que ainda não viu, veja. Se já viu, veja de novo, vale a pena. Especialmente vale ver a cara de taxo do Simon e dos outros apresentadores.

Esses dias eu estava conversando com uma amiga minha sobre beleza e tals. Conversa de bastidores, todo auto-preconceito (sei lá se tem hífen) e discriminação a si próprios surgiu na conversa. Por ela ser uma moça bonita, resolveu me dizer "modestamente" a seguinte frase: "De que vale eu ser bonita? Qual a vantagem?" Eu disse que eu gostaria de ser bonito. E ela completou com um "mas por que você gostaria de ser bonito (não que eu ache que você não é), acha que seria melhor ser reconhecido mais pela beleza do que por seu talento?"

Bem, taí o vídeo da Susan Boyle que não me deixa mentir. Acham que ela nunca tentou? Acham que essa foi a primeira vez que ela cantou? Não. Ela mesma diz no vídeo que canta desde os 12 anos de idade. Faz 35 anos que ela canta. Acham que nunca alguém a viu cantando? Se ela fosse bonita (nos padrões adequados de beleza global e blá blá blá, tenho que escrever essa explicação porque senão vão falar sobre discriminação e preconceito e tals) já estaria na mídia há muito tempo.

O que eu disse pra minha amiga, tinha muito a ver com isso, pois eu falei: "Se eu fosse mais bonito, eu poderia colocar meu talento numa vitrine, mas como não sou tão agraciado pela beleza, no máximo posso colocar meu talento num panfletinho em papel jornal, daqueles que a gente recebe na rua e amssa e joga fora." Eu escrevendo isso parece que me odeio e que não gosto do que faço ou isso ou aquilo, mas não é bem assim. Tudo que eu quero dizer é que, a beleza conta sim e muito. E não adainta ficarem falando que a beleza interior é que conta (ronaldo), pois tenho certeza que meu fígado, meus rins e até meu pulmão são bem feiosos.

Cê já viu aquela exposição com corpos humanos fatiados e com várias peças internas do corpo à mostra? Pois é. Sei que tem gente que acha bonito, mas aí é que está. Sempre tem gente que acha bonito, mas tá muito longe de ser uma arte que a gente coloca na rua e as pessoas em geral dizem: "Óóóó, que lindo!"

16/04/2009

SUSpeito estar perdendo dentes... (Parte 02)

Meus dentes voltaram a doer, o Tiquim, o Zezim e dessa vez também o Nézim. E como eu sabia que apesar de ainda ser quarta-feira daquela semana, eu deveria esperar até a segunda-feira passada e finalmente conseguiria marcar a tão sonhada consulta dentária. Cheguei e vi algumas pessoas numa fila e outras pessoas quase uma quadra atrás, eu logicamente resolvi entrar na primeira fila que parecia estar menor, quando alguém logo me demonstrou indicando com o dedo e assim me dizendo sem dizer sequer uma palavra, que a fila era lá atrás onde tinha uma moça entregando senhas. Fui lá, peguei a senha de número 69 (irônia para com este blogueiro) e esperei as outras 68 pessoas a minha frente.

Quando faltavam apenas 10 pessoas em minha frente e eu já começava a me indispor com o clima, com algumas moscas e até com minha própria sede e fome. Mesmo estando claramente debilitado pelo tempo ali decorrido, eu consegui ler um aviso que se encontrava colado com um papel jornal escrito em Times New Roman em letras de tamanho 28: “Atenção. Em sua primeira consulta traga RG, CPF e Comprovante de Residência.” Fruta que caiu!! Eu não trouxe comprovante de residência. Eu não poderia nem tentar dar minha palavra e validá-la com o bigode com meu avô fazia, pois eu tenho certeza que minha palavra não seria levada muito a sério e ainda por cima eu havia feito (ou no caso, desfeito) a barba antes de ir ao posto de saúde.

Chegando na minha amiga atendente não era a mesma amiga atendente da outra vez e isso já era uma vitória pessoal. Pela menos eu não teria que ouvir de novo aquela frase sendo dita por ela: “Cê tem que vir na primeira Segunda-feira do mês que é o único dia que a gente marca consultas." Ela ainda estava por lá em algum lugar, mas não foi ela que me atendeu. A moça que me atendeu perguntou algumas coisas, me passou um formulariozinho com 1200perguntas sobre meus dentes, das quais eu não tinha idéia da metade e o resto eu não me lembrava, mas como eram todas de marcar “xizinho”, eu fui respondendo meio a torto e a direito. Entreguei as folhas para a moça e fiz cara de inteligente para que ela achasse que eu realmente era rápido para responder aquelas questões.

Depois de tudo aquilo e eu entregar meu RG, CPF, Título, Carteira de Motorista, Certidão de Casamento, Holerite, Histórico Escolar, Carteira de Biblioteca, todas reconhecidas em cartório em 7 vias, chegou o terrível momento da verdade. O momento crucial. O momento que poderia mudar minha vida (ou pelo menos a de meus dentes) pra sempre. “O senhor trouxe comprovante de residência?” Não havia mais jeito, era tudo ou nada. Eu tinha que dizer algo, inventar uma desculpa, contar uma história incrivelmente fantástica, detalhar todo o meu trajeto e todo meu sofrimento enfrentando chuva e vento e todos os obstáculos que tive que enfrentar para chegar até ali, e após pensar em todas as possibilidades eu resolvi utilizar de toda minha sagacidade e expressar o fato em uma frase bem formada e sem deixar a menor sombra de dúvida: “Vixi, e não é que eu não trouxe?” E ela disse: “Tudo bem!”

Como assim tudo bem? Depois de todo meu sofrimento mental ela simplesmente me diz “tudo bem”? Quer dizer que a pessoa que teve o trabalho de escrever aquele texto em Times New Roman, tamanho 28 em papel jornal fez isso à toa? Todas as desculpas que eu poderia dar foram jogadas ao vento? Eu não acredito! Deve ter algo por trás de tudo isso, algum plano para me fazer ficar mais algumas horas na fila nem que seja pensando se há ou não alguma coisa errada com aquela resposta. O que será que estava escondido sob aquelas palavras (e sob aquele jaleco)?

to be continued...

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PS: resolvi tentar de novo, e criei outro blog, provavelmente um blog que será atualizado com mais frequencia, pois vou escrever de maneira mais (mais?) descompromissada e vai ter mais opiniões, um pouco mais de dia a dia, e até algumas críticas. Visitem o Blog do Gilgomex

14/04/2009

SUSpeito estar perdendo dentes...

Com certeza muitos leitores aqui da Coluna devem ter a ilusão de que Gilgomex é um cara cheio da grana, que ganha horrores e compra tudo que tem vontade. Que com certeza o autor deve ter tudo que alguém deseja ter, carro, casa, milhares de gibis e pode cuidar da saúde com os melhores médicos. Fora a parte dos gibis, eu só posso dizer uma coisa: "Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, vai nessa!"

Minha vida não é todo esse mar de rosas que aparenta (se é que aparenta). Eu preciso da ajuda do governo (federal, estadual e municipal) para tratar dos meus dentes que estão muito detonados. Ano passado me deu uma dor de dente do tamanho do mundo e me fez ter uma atitude que eu realmente não queria ter... Ir ao dentista grátis! Mesmo estando num estado deplorável e chorando que nem uma criança com... Com... Er... Com dor de dente! Eu não tenho uma grande resistência a dor, eu sofro mesmo. Uma gripe me derruba. Uma dor de cabeça me faz ficar com amnésia por um mês e meio. Então, imaginem uma dor de dente.

Fui no posto comunitário municipal e pelo jeito, único daqui e pedi uma consulta. Apesar de eu estar quase perecendo, eu apenas pedi consulta, não disse que meus dentes estavam desmoronando na minha boca, apenas pedi a tal da consulta e ganhei um: "Cê tem que vir na primeira Segunda-feira do mês que é o único dia que a gente marca consultas." Putz! Mas essa ainda? Adivinhem que dia era? Primeira terça-feira do mês, ou seja, eu teria que esperar mais um mês pra marcar uma consulta que poderia ser marcada mais um mês adiante. Neste passo, eu iria no dentista apenas para terminar de agonizar e falecer ali na cadeira do dentista.

Mas chegando no trabalho, contei o fato tragicômico e fui alvo de uma esfuziante gargalhada em minha face. Meu colega de trabalho disse que era só eu dizer que era uma emergência e seria atendido. Pois é, resolvi me locomover novamente até o recinto que trata dos dentes das pessoas menos abastadas financeiramente, acompanhado deste colega, fui atendido e até deram um trato nos meus dentes superiores do meio que eu não tenho idéia e nem pretendo pesquisar o nome dos mesmos. Qualquer coisa chamemos os dois de Tiquim e Zezim, pronto!

Depois das duas vezes que eu fui tratado por duas dentistas diferentes, eu tentei continuar o tratamento que elas mesmas disseram que eu deveria, mas recebi mais uma vez a resposta de minha amiga atendente: "Cê tem que vir na primeira Segunda-feira do mês que é o único dia que a gente marca consultas." E como eu me conheço-me a mim mesmo de maneira bem íntima, eu sabia que naquela situação eu só iria voltar aquela instituição de saúde pública quando meu dente recomeçasse a doer.

Bem, isso aconteceu semana retrasada.

to be continued...

09/04/2009

Cartinha para o Coelhinho se eu fosse como tu...

Coelhinho da Páscoa que trazes pra mim... Nada, dois nada, e mais nada assim. Coelhinho, o senhor me mata de vergonha! O único ovo que ganhei esse ano até agora, foi do grande-líder-chefe-patrão-comandante-dEUS-coordenador-e-o-escambau aqui na empresa. Mas isso a gente ganha o ano inteiro, não é tão especial. Tô esperando sua visita, senhor Coelhinho. E não me venha com aqueles ovos caseiros, esse ano quero um dos bons. Um daqueles que tá custando os olhos da cara no mercado e não vou comprar porque o senhor tem essa obrigação.
Estou lhe chamando de senhor, porque sei que o senhor tem quase a mesma idade do Papai Noel. Até onde sei o Papai Noel chegou apenas 33 anos antes de você, então não queria dar uma de mocinho. Aliás, senhor Coelhinho, sei que essa não é a primeira vez que lhe perguntam isso... Mas desde quando o senhor começou a botar ovos??? Uma vez fiquei olhando um coelhinho e as bolinhas que saiam dele não eram de ovos e nem eram de chocolate. Se bem que não tenho certeza se era um coelho (ou coelha) ou uma lebre. Mas creio que nem o senhor e nem a lebre são aves.
Eu sei que o costume é mandar cartas pro Papai Noel e não para o senhor. Mas se o senhor consegue botar ovos de chocolate, ler não deve ser um grande desafio. O senhor já ouviu aquela musiquinha: "Coelhinho se eu fosse como tu, tirava a mão do bolso e enfiava no seu..." É legal, né? Tenho ouvido muito ela na rádio... Muito mesmo. Demais. Excessivamente. Mas tudo bem, eu aguento mais uns dias.
Mas nós estávamos no assunto sobre seus ovos... Digo, sobre os ovos de chocolate, os ovos dé Páscoa, os ovos que de alguma maneira o senhor... er... Bota. Aliás, mesmo que o senhor fosse uma ave, seria sua esposa (namorada, companheira, ficante) que botaria, mas já deu pra sacar o que eu quis dizer, né?
Sabe, quando eu era criança eu realmente ficava esperando o coelhinho trazer chocolates pra mim. Na minha fase adolescente, eu queria mais era uma coelhinha (Playboy e tals). Mas nem chocolates do senhor, nem coelhinha da Playboy, nem nada de realmente bom. Se o senhor leu até aqui, acho que não restam dúvidas sobre as intenções desta cartinha. E não seja burro de me mandar uma coelhinha, pois hoje em dia eu já não posso cuidar de uma. Minha senhora não deixaria. Quero chocolates.
Vou encerrando essa cartinha lhe desejando uma feliz Páscoa e dizendo que se eu não ganhar os ovos de chocolate que pretendo, na próxima Páscoa vou comer coelho assado no domingo de Páscoa. Estamos conversados? Isso não é uma ameaça... É uma promessa.
(Mais ou menos) respeitosamente, Anônimo da Silva.

06/04/2009

...

Eu realmente ainda tenho a intenção de escrever uma pérola por aqui, mas tenho muitas dúvidas. Especialmente tenho uma dúvida sobre a própria pérola. Não sou muito fã de pérolas (financeiramente talvez, mas em beleza não), prefiro esmeraldas. Acho que um dia vou escrever uma esmeralda aqui na "Coluna". No fim das contas, vai dar pra fazer algumas pessoas rirem ou até rirem sem dar ou algo assim.

Acho que vou deixar este post curtinho mesmo. Faz tempo que não faço um com poucas palavras. Tá bom já... Essa semana devo escrever um "mais maior".

01/04/2009

Todo dia sem novidades fresquinhas pra você...

Você que com certeza não deixa de perder todos os textos aqui publicados, já deve ter percebido que a seriedade é uma coisa muito presente nestes textos. Tenho sempre feito o possível para deixar de fazer belas novidades com coisas que já aconteceram. Apesar deste texto parecer sem sentido no começo, se você ler até o final, vai ver que conseguiu em apenas algumas minutos perder um tempão de sua vida.

Deste que essa coluna começou a ser publicada só se fala em outra coisa (como diria a MTV). É um sucesso de crítica negativa e público ausente. Estive notando que muita gente anda lendo essa coluna, o que é algo muito perigoso, pois o ideal é se sentar ou se acomodar em algum lugar pra ler. Se você de repente estiver lendo e tropeçar em algo vai querer culpar este colunista que nada tem a ver com seus hábitos de andar lendo.
Essa parte sobre andar lendo é uma piada que eu copiei de um blog que eu andei... Digo que eu li por aí. Desculpe ao autor, mas realmente esqueci qual foi. Quando lembrar farei questão de fingir que não lembro pra não ter o trabalho de dar os créditos aqui.

Esta semana estou irritantemente chato. Estou tão chato que nem quero conversar com meus pensamentos pra não arranjar uma discussão inútil. Aliás, se eu quiser uma discussão inútil, é só discordar em qualquer coisa do grande-líder-chefe-patrão-comandante-dEUS-coordenador-e-o-escambau no meu trabalho. Mas prefiro apenas dizer "Sim, senhor!" e baixar a cabeça em reverência me fingindo de finado e fazendo de conta que realmente tudo aquilo que me foi dito é correto e inteligente.

Às vezes tenho até medo do que minhas palavras podem fazer. Algumas delas já até começaram a fazer alguns cursos. Daqui a pouco essas palavras vão começar a cozinhar, tricotar, vender imóveis, andar de motos e é claro, fofocar. Mas eu realmente não gosto de discutir. Na verdade eu até gosto. Na realidade eu adoooooooooro discutir, mas isso não significa discutir com qualquer um. Tem que ser com alguém que também discuta. Todas as minhas últimas discussões terminam com lágrimas e a frase “Se não está contente pode ir embora!” As lágrimas são minhas, quero deixar bem claro. Implorando e chorando como faz um bom funcionário fingindo estar arrependido de ter tentado macular as ordens do grande-líder-chefe-patrão-comandante-dEUS-coordenador-e-o-escambau.

Estou reparando que o texto “non sense” que eu vinha escrevendo ao longo das linhas iniciais acabou começando a ter sentido. Sentido de tristeza, sentido de ter que bater continência para o grande-líder-chefe-patrão-comandante-dEUS-coordenador-e-o-escambau, sentido horário e anti-horário (acho que quando tem agá se mantém o hífen, mas sei lá, tô perdidaço nessa nova “pornografia” dos países de língua portuguesa esquisitona) e sentido da vida. Já perdeu o sentido de novo, uhuuuu. Mas agora já vou encerrar. Tenho que dormir pois já está cedo, são quase 3 da manhã (na verdade são 2:01h, no horário em que este texto foi concebido, mas a pressa sempre me faz exagerar um pouco e o sono ajuda a exagerar muito, como eu já disse mais de 1.500 vezes) e tenho que acordar cedo pra trabalhar de tarde. Logicamente não quero me atrasar e levar uma bronca do grande-líder-chefe-patrão-comandante-dEUS-coordenador-e-o-escambau. Fui.